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Viva Ilhéus: Confira como foi o primeiro dia do evento, veja o vídeo!

A alegria tomou conta dos ilheenses que estiverem presentes ontem (27) no “Viva Ilhéus”, o evento teve sua abertura oficialmente na noite de ontem com um dos maiores nome do axé music, Bell Marques, que contagiou o publico com toda sua irreverencia, e também com as banda; pipoco do trovão, xote apimentado, boteco das amigas e para finalizar a noite, a nova sensação da musica sertaneja, Lauana Prado.

“A proposta do “VIVA ILHÉUS” é o resgate das tradições juninas e principalmente apresentar à Bahia um novo atrativo turístico em plena época de festejos juninos, mas sem concorrência direta com o São João, já que Ilhéus integra o Mapa do Turismo Brasileiro pelo Ministério do Turismo”, disse o secretario de turismo, Fabio Jr.

 

 

 

 

Ilhéus: ASSOCIAÇÃO É FORMADA POR MULHERES NO BANCO DA VITÓRIA

Foto: língua solta

Foto: Língua solta

Associação de Mulheres do Banco da Vitória se reuniu nesta quarta feira dia 26/06/2019 às  15 horas  na   Escola Municipal Herval Soledade, para uma assembleia geral onde aconteceu a escolha de membros e  as  assinaturas da  Ata de Fundação, Eleição e Formação da Diretoria.

A Associação  em formação terá  como objetivo,  fortalecer suas atividades sociais e culturais no Bairro Banco da Vitória e adjacências.

Maria Rita Santos Teixeira conhecida popularmente  de Mary – Presidente da AMBDV. Falou sobre a importância da associação  de Mulheres  do  Banco  da Vitória, onde unidas irão  lutar pelo bem estar da população  e com clamor  o apoio de todas as mulheres presentes.

 

A Ata foi lida pelo o colaborador Nilton Ramos, teve como instrutor estatutária Jorge Luiz, na oportunidade falou para todas da diretoria e associadas presentes a grande importância de lutarem pelo os seus objetivos e cumprirem o regimento da entidade.

Por: linguasolta

Reviravolta no caso Neymar. Sem celular, risco na justiça é de Najila

“Depois da tempestade, vem a calmaria.”

Esta foi a previsão de Neymar, deturpando o famoso ditado português, “depois da tempestade, vem a bonança.”

Há 13 dias, mostrando o tornozelo direito inchado, por conta do rompimento nos ligamentos, ele garantia que sua vida iria melhorar.

E é exatamente o que está acontecendo.

A começar pelo escândalo sexual que se envolveu.

A modelo Najila Trindade mostrou não possuir aquela que seria a maior prova de sua acusação de estupro e agressão: o celular onde estaria gravado o vídeo de sete minutos que mostraria o jogador a atacando.

Os 66 segundos divulgados mostraram a modelo estapeando Neymar no rosto.

Mas Najila garantia ter filmado o restante do encontro.

E iria mostrar.

Neymar sempre negou que a houvesse atacado.

E que ela mentia.

Garantiu que Najila pediu para tapas nas nádegas durante o ato sexual.

E que não bateu nela sem consentimento.

Garantiu à justiça que falava a verdade.

Tanto que a prova jamais apareceria porque não existia.

Desde que Najila formalizou um Boletim de Ocorrência contra o jogador, no dia 31 de maio, a sua situação só se complica.

Nos 66 segundos divulgados, Neyma é estapeado. A agressora é Najila

Nos 66 segundos divulgados, Neyma é estapeado. A agressora é Najila

Reprodução

Foi abandonada por três advogados.

Por não terem provas das acusações.

A principal: o famoso vídeo.

Primeiro, ela havia dito ter copiado as imagens em um tablet que sumiu, depois de uma estranha história de arrombamento no seu apartamento, não confirmado pela polícia.

A delegada responsável pela investigação do caso, na Sexta Delegacia da Defesa da Mulher, Juliana Bussacos, pediu à modelo o seu celular. Ela se negou a deixar, dizendo que precisava copiar a agenda. Ficou de entregar o aparelho. Não entregou.

E a delegada mandou apreender o aparelho.

Porque mesmo se o vídeo foi apagado seria possível recuperá-lo, se ele existir.

A Polícia foi até o apartamento onde morava para apreender o aparelho, na segunda-feira. Só que encontrou o imóvel vazio. Ela foi despejada por não pagar aluguéis desde agosto de 2018.

Estava em Ilhéus, onde mora o pai.

Porém, teve de voltar a São Paulo, para depor.

E Najila disse ontem haver perdido o celular para a delegada Juliana.

Ainda sugeriu que ele deve ter ficado com o terceiro advogado que abandonou seu caso, Danilo Garcia de Andrade.

Danilo não só negou. Disse que nunca viu o vídeo que a modelo disse ter de Neymar.

Com a alegação que perdeu seu celular cai por terra grande parte da credibilidade do seu depoimento.

Perdeu o apoio da opinião pública.

O caso sofreu enorme reviravolta.

A favor do jogador.

Advogado Danilo jura: jamais viu o vídeo de Neymar a agredindo

Advogado Danilo jura: jamais viu o vídeo de Neymar a agredindo

Reprodução/Record

Ele não deve ser indiciado por estupro e agressão.

O quarto advogado de Najila percebeu a difícil situação de sua cliente.

E quer agora que apenas a palavra de sua cliente seja levada em conta.

Que o vídeo que ela jurava ter seja esquecido.

O advogado de Najila fala em acareação.

Quer ver Neymar diante de sua cliente.

Mas ele não tem poder para isso.

É uma prerrogativa da juíza.

E ela não mostra esse interesse.

A modelo corre o risco de ter de enfrentar a justiça.

O pai do jogador estuda com seus advogados processá-la.

Por calúnia injuriosa, por conta da acusação de estupro e agressão.

Neymar também está escapando da acusação de crime digital, por divulgar as fotos de Najila nua. E as mensagens eróticas que trocaram.

Dois funcionários dele assumiram a divulgação.

Neymar garantiu. Vídeo não apareceria. Porque 'não existe'

Neymar garantiu. Vídeo não apareceria. Porque ‘não existe’

Reprodução/Sportv

Neymar garantiu não saber acoplar imagens e mensagens a vídeos no Instagram.

O principal jogador do Brasil pode se tranquilizar.

Viaturas de polícia não irão mais atrás dele em concentrações por conta de Najila.

Tudo indica: deste escândalo está livre.

A tal calmaria parece estar chegando…

Por: R7

VIVA ILHÉUS: Ambulantes cadastrados no evento, serão beneficiados com isenção de taxas

Para garantir o sucesso do festival, a Prefeitura organizou estratégia de ordenamento dos ambulantes que irão trabalhar durante os três dias do Viva Ilhéus – o Arraiá de Jorge. Durante entrevista na manhã desta quarta-feira (26) ao programa “O Tabuleiro” da Ilhéus FM, o novo secretário de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente, Jerbson Moraes confirmou que os vendedores cadastrados no evento, serão beneficiados com isenção de taxas.

Segundo Jerbson, a interpretação equivocada gerou confusão entre ambulantes. “Em momento nenhum o prefeito Mário Alexandre pensou em deixar de fora do evento esses vendedores. Para aquecer o comércio, o prefeito acabou isentando os ambulantes das taxas para trabalharem no local durante os dias de festa, o que mostra o cuidado da Administração Municipal com a população”, disse o secretário em entrevista.

De acordo com a Superintendência de Indústria e Comércio, inicialmente, foram cadastradas cerca de 50 barracas, sendo 30 de bebidas e 20 de alimentos. Por se tratar de um grande evento, foram acrescentadas ainda mais 30 barracas para a comercialização. Na primeira etapa, o cadastro foi realizado no Palácio Paranaguá, e a segunda no prédio Anexo de Secretarias, situada à Rua Santos Dumont, s/n, centro.

Com crachás, os vendedores serão ordenados, distribuídos por diversos espaços próximo ao local, para proporcionar mais comodidade ao público e não prejudicar a mobilidade. Durante o cadastramento realizado, a Prefeitura orientou os comerciantes sobre a permissão de produtos, noções de higiene, proibição do trabalho infantil e da venda de bebida alcoólica para menores de 18 anos.

No Viva Ilhéus 2019 – o Arraiá de Jorge, a população contará com uma superestrutura que a festa merece. Terá vila, parque infantil, barraca de comidas típicas e quadrilhas juninas, além do apoio na segurança da Polícia Militar (PM), Corpo de Bombeiros, Guarda Civil Municipal (GCM) e Sutram. O evento integra o calendário comemorativo do Dia da Cidade entre os dias 27 e 29 de junho.

UNA: Festa junina movimenta Ilha de Comandatuba, veja o vídeo!

Música de qualidade num ambiente rústico e aconchegante, contaminado pela alegria e descontração das pessoas. Foi assim a noite de sábado, 23, do São João de Comandatuba, no município de Una.

A banda Zabumbahia, conhecida na região pela boa interpretação de rits de forró, deu o tom da festa. Licor, amendoim, milho cozido, entre outras iguarias, reforçaram a energia de quem optou por varar a madrugada dançando forró.

O São João de Comandatuba é tradição no povoado e se fortalece a cada ano, porque tudo é feito com o envolvimento da comunidade local. Uns levam pratos típico da época, enquanto que outros contribuem com pequena quantidade de dinheiro.

POR: DIÁRIO BAHIA

POR: DIÁRIO BAHIA

No final, tudo é traduzido numa festa basicamente familiar, mas aberta a todas as pessoas que ali chegam movidas pelo espírito junino. E viva o São de Comandatuba!

VEJA O VÍDEO:

LGBT: Ativistas em Botsuana celebram descriminalização da homossexualidade

Faz duas semanas que ser gay ou lésbica não é mais crime em Botsuana.

No dia 11 de junho, o país tornou-se o segundo no continente africano a descriminalizar, neste ano, a homossexualidade (o vizinho ao norte, Angola, foi o primeiro).

Trechos dos artigos 164, 165 e 167 do Código Penal botsuanês foram eliminados — e, junto com eles, a pena de até 7 anos de prisão prevista no texto.

“Essa foi uma vitória tão grande para todos nós da comunidade LGBT”, diz Carmelo Yoko, artista e fotógrafa que mora em Tonota, uma pequena vila perto de Francistown, a segunda maior cidade de Botsuana.

Desde então, diz Carmelo, tudo está mais ou menos como sempre foi: tranquilo. O país, de 2,25 milhões de habitantes, tem uma cultura pacífica, cenário diferente da vizinha África do Sul, dizem ativistas.

Botsuana descriminalizou a homossexualidade em 11 de junho. — Foto: Rodrigo Sanches/G1Botsuana descriminalizou a homossexualidade em 11 de junho. — Foto: Rodrigo Sanches/G1

Botsuana descriminalizou a homossexualidade em 11 de junho. — Foto: Rodrigo Sanches/G1

Uma das maiores mudanças é que a descriminalização deve vir como uma forte mensagem à comunidade de Botsuana de que gays e lésbicas não podem ser ridicularizados ou perseguidos: é nisso que acredita Caine Youngman, ativista de direitos humanos em Gaborone, capital de Botsuana.

Acessar serviços de saúde também deve ficar mais fácil para a população LGBT: em alguns casos, relata Youngman, profissionais abriam escrituras da Bíblia, ridicularizavam ou tinham medo de oferecer ajuda, por temerem perseguição por auxiliar essas pessoas a irem contra a lei.

Além de ter o acesso a esses serviços dificultado, o ativista explica que muitos LGBTs sofriam violência doméstica em silêncio ou aceitavam chantagens porque não podiam ir à polícia, já que estar em relações com uma pessoa do mesmo sexo era crime. Outros faltavam às aulas ou deixavam a escola por causa de bullying, tornavam-se um fardo para a família e acabavam sem ter para onde ir, voltando-se à prostituição.

O ativista pelos direitos humanos em Botsuana Caine Youngman — Foto: Arquivo pessoalO ativista pelos direitos humanos em Botsuana Caine Youngman — Foto: Arquivo pessoal

O ativista pelos direitos humanos em Botsuana Caine Youngman — Foto: Arquivo pessoal

“[A mudança] também é um recado de que, se você acredita que está certo, pode ir ao tribunal, e a justiça vai prevalecer. [A decisão] nos dá fé e esperança no sistema judicial de Botsuana”, diz Youngman, que é gay e trabalha na ONG Legabibo, voltada para os direitos de lésbicas, gays e bissexuais de Botsuana e que só foi legalizada definitivamente em 2016.

Herança colonial

Os artigos do código penal de Botsuana que criminalizavam a homossexualidade são uma herança colonial. Entre 1885 e 1966, o país foi protetorado britânico e se chamava Bechuanaland. A própria Inglaterra já havia estabelecido, em 1533, que relações sexuais entre homens eram passíveis de morte.

O texto botsuanês não bania, explicitamente, relações entre pessoas do mesmo sexo, mas, sim, “ter conhecimento carnal de qualquer pessoa contra a ordem da natureza” ou tentar fazê-lo. Também proibia que “qualquer pessoa, em público ou privado, cometa qualquer ato de indecência com outra pessoa”. A palavra “privado” foi removida da legislação.

Apesar de não citar a homossexualidade, a norma só era aplicada, na prática, a casais gays, diz Youngman — Foto: Arquivo pessoalApesar de não citar a homossexualidade, a norma só era aplicada, na prática, a casais gays, diz Youngman — Foto: Arquivo pessoal

Apesar de não citar a homossexualidade, a norma só era aplicada, na prática, a casais gays, diz Youngman — Foto: Arquivo pessoal

Apesar de não citar a homossexualidade, a norma só era aplicada, na prática, a casais gays, diz Youngman. Segundo o ativista, a última condenação pela lei foi em 2016, mas o homem que foi preso ficou na cadeia por apenas alguns meses. Ele foi contemplado com um perdão governamental distribuído a várias pessoas quando o país completou 50 anos de independência.

Mesmo assim, ficou com o registro na ficha. Ele não fala sobre o caso, segundo Youngman. E não é o único.

“As pessoas têm medo do tribunal, da mídia. Elas têm medo que, se esses casos se tornarem grandes, não consigam achar um emprego depois. Algumas delas não são assumidas. Elas optam por cumprir a pena [de até 7 anos]”, explica.

Em 2010, o país aprovou uma emenda às leis trabalhistas que proibiu demissões por causa de orientação sexual ou estado de saúde, inclusive quanto a ter ou não o vírus HIV.

Juiz contra a marginalização de minorias

Pessoas assistem ao julgamento da decisão que descriminalizou a homossexualidade em Botsuana no dia 11 de junho — Foto: Associated PressPessoas assistem ao julgamento da decisão que descriminalizou a homossexualidade em Botsuana no dia 11 de junho — Foto: Associated Press

Pessoas assistem ao julgamento da decisão que descriminalizou a homossexualidade em Botsuana no dia 11 de junho — Foto: Associated Press

No dia 11, o juiz Michael Leburu, um dos que assinaram a decisão, declarou que “a dignidade humana é prejudicada quando grupos minoritários são marginalizados”.

Ele e outros dois colegas afirmaram, na sentença, que criminalizar relações sexuais entre adultos do mesmo sexo “perpetua o estigma e a vergonha contra homossexuais e os torna reclusos e isolados. As minorias, que são vistas pela maioria como desviantes ou párias, não devem ser excluídas ou ostracizadas. A discriminação não tem lugar neste mundo”.

A sentença foi comemorada no Twitter sob a hashtag #revoguem164, uma referência a um dos artigos que foram modificados. Youngman espera que a decisão contribua para reverter outras no continente africano, inclusive uma recente no Quênia que foi no sentido contrário e manteve a homossexualidade como crime.

Em Botsuana, mesmo com a mudança, o clima ainda é de cautela, dizem os ativistas.

Laone van Vuuren é formado em relações públicas e administra um serviço de bufê em Gaborone, Botsuana — Foto: Arquivo pessoalLaone van Vuuren é formado em relações públicas e administra um serviço de bufê em Gaborone, Botsuana — Foto: Arquivo pessoal

Laone van Vuuren é formado em relações públicas e administra um serviço de bufê em Gaborone, Botsuana — Foto: Arquivo pessoal

“Eu não diria que as pessoas têm medo de sofrer crimes de ódio, mas estamos cautelosos”, afirma Laone van Vuuren, que é formado em relações públicas, é gay e administra um serviço de bufê em Gaborone.

“Nós somos, de forma geral, uma sociedade conservadora, então nem casais hétero demonstram afeto em público com frequência. Não é comum, em Botsuana, ver casais se beijando na rua, sejam LGBT ou não”, afirma.

“Eu acho que o sentimento geral é de euforia e triunfo para a comunidade LGBT, assim como de apoio para as pessoas não-LGBT em Botsuana que acreditam na proteção de direitos humanos em todo o país”, diz Laone.

Ativistas pelos direitos LGBT comemoram decisão da Suprema Corte em Gaborone, Botsuana, no dia 11 de junho — Foto: Associated PressAtivistas pelos direitos LGBT comemoram decisão da Suprema Corte em Gaborone, Botsuana, no dia 11 de junho — Foto: Associated Press

Ativistas pelos direitos LGBT comemoram decisão da Suprema Corte em Gaborone, Botsuana, no dia 11 de junho — Foto: Associated Press

Mas nem todos estão satisfeitos com a decisão. Por ser um país cristão, explica o ativista, há reações contrárias. Segundo levantamento do Pew Research Center, de 2010, 64% da população do país é protestante, e 22%, católica.

Youngman, que cresceu em uma família católica, também acredita que a religião é um dos fatores que contribuem para o preconceito contra a população LGBT em Botsuana. O ativista da Legabibo relata que foi a diversas igrejas para tentar harmonizar sexualidade e fé.

“As igrejas tentavam me fazer mudar, elas fazem você acreditar que isso é possível. Mas, à medida que eu crescia, esses sentimentos ficaram mais fortes, e eu decidi me aceitar”.

Foi a partir dali que ele começou a se dedicar a defender os direitos humanos no país. “Eu não queria que outras pessoas passassem pelo que eu passei”, diz.

A família, por outro lado, aceitou bem saber que ele é gay. Quando veio a público com sua sexualidade, relata Youngman, ele era um dos poucos homens abertamente gays no país, e vários LGBTs o procuravam em busca de ajuda. O ativista acabava abrigando pessoas na casa onde morava, na época, com a mãe.

Pessoas comemoram mudança na lei de Botsuana que descriminalizou a homossexualidade no país no dia 11 de junho — Foto: Associated PressPessoas comemoram mudança na lei de Botsuana que descriminalizou a homossexualidade no país no dia 11 de junho — Foto: Associated Press

Pessoas comemoram mudança na lei de Botsuana que descriminalizou a homossexualidade no país no dia 11 de junho — Foto: Associated Press

Entre as dificuldades enfrentadas pela população LGBT do país está, por exemplo, a mudança de gênero em documentos oficiais de pessoas trans, o que pode dificultar oportunidades de emprego ou que elas viajem para fora do país.

Em uma decisão histórica do tipo, de outubro de 2017, a Suprema Corte de Botsuana permitiu a um homem trans botsuanês mudar de gênero nos documentos, depois de uma batalha judicial que durou 10 anos, segundo a agência de notícias Reuters.

Já os atos de violência costumam acontecer com mais frequência em lugares isolados, relata Youngman. “As pessoas não são de criar confronto, elas evitam dizer coisas na sua cara”, diz.

Apesar de serem incomuns, segundo os ativistas, incidentes em que há violência física também ocorrem. Em novembro do ano passado, uma mulher trans foi agredida na porta de uma boate em Gaborone, em público, e a ação foi filmada e postada em redes sociais.

Carmelo Yoko é fotógrafa e artista em uma pequena vila perto de Francistown, segunda maior cidade de Botsuana — Foto: Arquivo pessoal/SetabaneCarmelo Yoko é fotógrafa e artista em uma pequena vila perto de Francistown, segunda maior cidade de Botsuana — Foto: Arquivo pessoal/Setabane

Carmelo Yoko é fotógrafa e artista em uma pequena vila perto de Francistown, segunda maior cidade de Botsuana — Foto: Arquivo pessoal/Setabane

“Em Botsuana, a violência tende a ser mais verbal do que física, como no Facebook ou no rádio”, diz Carmelo Yoko, que é lésbica. “O estupro corretivo, por exemplo, acontece aqui às vezes também, mas não é tão comum quanto na África do Sul”, diz a artista.

O termo “estupro corretivo” é usado quando o crime é cometido com o objetivo de controlar o comportamento social ou sexual da vítima.

Para Carmelo, ainda é cedo para dizer se a situação no país melhorou ou piorou. “O que posso dizer é que, até agora, não há muita diferença. Somos, agora… bom, acho que não somos ilegais — não somos mais criminosos. Mas isso é só um passo na direção certa”, ressalva.

Mesmo com a descriminalização em Botsuana, a homossexualidade continua sendo crime em 32 dos 54 países da África. Em 4 deles — Mauritânia, norte da NigériaSomália Sudão — é passível de morte, segundo levantamento da Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Trans e Intersexo.

Ser gay ainda é crime em 32 dos 54 países da África, mesmo após a descriminalização em Botsuana — Foto: Juliane Monteiro/G1Ser gay ainda é crime em 32 dos 54 países da África, mesmo após a descriminalização em Botsuana — Foto: Juliane Monteiro/G1

Ser gay ainda é crime em 32 dos 54 países da África, mesmo após a descriminalização em Botsuana — Foto: Juliane Monteiro/G1

No Egito, apesar de a homossexualidade não estar prevista em lei como crime, é considerada assim “de fato”.

No continente africano, o único país que permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo e lhes dá garantias constitucionais é a África do Sul, onde a legislação foi aprovada em 2006.

FONTE: G1

INSTAGRAM: Função que permite colocar música nos stories chega ao Brasil

Já viu aquele amigo que está no exterior colocar músicas nas stories do Instagram e não conseguiu ouvir porque a função não estava disponível por aqui? Esse problema ficou no passado. A partir desta terça-feira (25) o Facebook, que é dono do Instagram, traz para o Brasil todos os produtos musicais das plataformas da rede social.

Agora será possível adicionar músicas aos stories de Facebook e Instagram, além de colocar uma nova seção só com músicas no perfil do Facebook. Também será possível fazer dublagens de canções (função chamada de lipsync em inglês) em transmissões ao vivo na rede social.

Para adicionar uma música a um story, um novo sticker será adicionado como opção aos usuários brasileiros no Facebook e no Instagram. Quando uma canção for escolhida, é possível escolher o trecho que vai tocar para os seguidores e, se a música tiver letras disponíveis no Instagram, elas aparecerão na tela.

A função de música nos stories foi anunciada em junho do ano passado no Instagram e em outubro no Facebook.

“Além das licenças de gravadoras internacionais já disponíveis, fizemos parcerias com gravadoras, distribuidoras, editoras e sociedades que representam compositores locais para garantir que as músicas que as pessoas mais gostam no Brasil pudessem ser adicionadas às publicações”, disse Álvaro de Torres, que lidera o setor de desenvolvimento de negócios e parcerias musicais para o Facebook na América Latina.

Famosos: Marília Mendonça foi pega de surpresa por gravidez não planejada. Saiba mais!

A cantora parou de tomar anticoncepcionais a pedido médico antes de se submeter a uma cirurgia estética e acabou engravidando sem planejar. Apesar do susto, Marília Mendonça já afirmou que agora é a ‘mulher mais feliz do mundo’. Marília e Murilo já se conhecem há mais de um ano, mas só oficializaram a relação publicamente há pouco mais de um mês. Por causa da gestação, a artista garantiu que já parou de beber.

Marília Mendonça abandonou o cigarro e encarou dieta e exercícios físicos em busca de uma vida mais saudável. O resultado foram cerca de vinte quilos a menos na balança. Para mudar de vez o shape, a sertaneja se submeteu recentemente a tratamentos estéticos e a uma abdominoplastia. Por causa da cirurgia, segundo informações do colunista Leo Dias neste domingo (23), a artista recebeu a orientação médica de suspender os anticoncepcionais para evitar uma trombose. Por isso, com apenas um mês de namoro oficial com Murilo Huff, Marília foi surpreendida com a notícia de que estava grávida de 5 semanas. Ainda de acordo com o jornalista, a cantora parou imediatamente de beber ao saber que vai ter um filho. E apesar de adorar a bebida – que faz parte, inclusive, de suas composições -, Marília prometeu trocar o álcool pela água pelos próximos meses. E nesta semana a artista vai iniciar uma rotina de exames para um pré-natal seguro de seu primeiro filho.

‘Mulher mais feliz do mundo’

A notícia da gravidez de Marília Mendonça também deixou os fãs de queixo caído e afoitos por uma declaração da artista, que limitou-se a dizer: “Eu sou a mulher mais feliz do mundo”, escreveu em seu Twitter. Neste domingo a estrela voltou a usar sua rede social, desta vez para enaltecer o namorado. “Te amo desde o primeiro dia. Pra sempre. Queria que todo mundo tivesse o poder de ver teu coração, como eu tenho. Um dos meus presentes de Deus. Obrigada por me fazer tão feliz”, agradeceu.

Sertaneja ganhou buquê de flores

No primeiro Dia dos Namorados que passou ao lado de Murilo, Marília Mendonça ganhou um buquê de flores vermelhas e um quarto com decoração romântica de velas e pétalas. Feliz da vida, a rainha da sofrência escreveu uma declaração pública ao amado: “Te amo, muito! E aquela missão que você disse que tinha, de me fazer feliz, saiba que tá conseguindo cumprir direitinho. As nossas diferenças são o tempero do nosso amor. Feliz dia dos namorados!”. E completou: “Feliz vida pra nós. Feliz vida por tudo que passamos pra estar aqui. Feliz vida por tudo que ensinamos e aprendemos. Nunca algo me fez crescer tanto quanto o nosso relacionamento. Você me trazendo sempre um pouco da sua paciência e eu te levando um pouco de toda a minha urgência e euforia. Finalmente, felizes”. Murilo Huff, que ganhou uma moto elétrica de presente, agradeceu de forma discreta e carinhosa: “Obrigado por ser quem você é pra mim. Te amo”.

ITABUNA: MORRE EX-VEREADOR CARLITO DO SARINHA

O ex-vereador Carlito do Sarinha morreu neste domingo (23) no Hospital Calixto Mdlej Filho, onde estava internado há cerca de um mês se recuperando de um infarto.

Carlito tinha 66 anos, e estava licenciado da presidência do Solidariedade e foi vereador por cinco mandatos em Itabuna. O Velório será no SAF e o sepultamento nesta segunda-feira, 24, às 16 horas.

Por: ipolítica

Vazamento não é base de pedido para anular condenação de Lula, diz defesa

A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou hoje que o pedido para anular a condenação do petista no caso do tríplex de Guarujá não tem como base os vazamentos da Lava Jato divulgados pelo site The Intercept Brasil. A declaração é resposta à manifestação da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, que enviou hoje mais cedo, ao STF (Supremo Tribunal Federal), um parecer contrário ao pedido da defesa. Dodge questionou a autenticidade das mensagens vazadas, atribuídas ao ministro da Justiça, Sergio Moro, quando juiz federal, e a integrantes da Operação Lava Jato. Segundo ela, a alegação de suspeição se ampara em fatos sobre os quais ainda há dúvidas jurídicas.

“É que o material publicado pelo site The Intercept Brasil, a que se refere a petição feita pela defesa do paciente, ainda não foi apresentado às autoridades públicas para que sua integridade seja aferida. Diante disso, a sua autenticidade não foi analisada e muito menos confirmada”, escreveu. Em nota, a defesa de Lula diz que o pedido de habeas corpus em favor de Lula foi impetrado em novembro do ano passado. “Referido habeas corpus, que começou a ser julgado pela Suprema Corte em 04/12/2018 –muito antes, portanto, das reportagens do “The Intercept”– mostra que o ex-juiz Sergio Moro ‘sempre revelou interesse na condução do processo e no seu desfecho'”, diz o documento assinado pelos advogados Cristiano Zanin Martins e Valeska Martins.

Os defensores de Lula afirmam ainda que, em 13 de junho, apenas registraram nos autos do processo que as reportagens publicadas pelo The Intercept Brasil remetem à “conjuntura e minúcias das circunstâncias históricas” anteriormente questionadas pela defesa.

A defesa de Lula alega que Moro não foi imparcial ao julgar o ex-presidente. Entre os pontos questionados pelos advogados, estão uma suposta atuação de Moro no episódio que ficou conhecido como “prende e solta” de Lula, em julho do ano passado, e a aceitação do cargo de ministro de Estado no governo de Jair Bolsonaro (PSL).

O posicionamento de Dodge está na petição enviada ao STF, que voltará a julgar o caso em 25 de junho. O relator do caso no Supremo é o ministro Edson Fachin. A procuradora-geral ainda questiona a maneira como as mensagens foram obtidas. Se de maneira criminosa, afirma ela, o ato atinge a garantia constitucional à privacidade das comunicações. Além disso, ressalta ter pedido inquérito policial para investigar o possível vazamento e adotado providências internas no Ministério Público Federal sobre o assunto. A Polícia Federal também já tem investigação em curso.

O posicionamento de Dodge é semelhante ao defendido pelo governo federal e pelo próprio Moro. Estes têm minimizado a relevância do conteúdo das conversas e questionado a veracidade das mesmas.

Hoje mais cedo, Bolsonaro voltou a elogiar Moro e a dizer que ele é “motivo de honra e orgulho” na composição da Esplanada dos Ministérios.









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