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:: 10/maio/2019 . 13:54

ILHÉUS: HRCC promove integração e orientação sobre alimentação saudável e prevenção

Alimentação saudável e prevenção. Temas tratados pelos profissionais do Hospital Regional Costa do Cacau (HRCC), nesta quinta-feira (9), no encontro de integração entre os profissionais da unidade. O objetivo da ação foi atualizar os conhecimentos da equipe, refletindo positivamente na assistência aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). A palestrante Tarcila Lima falou da importância de uma boa alimentação. Para ela, manter ou iniciar uma rotina de hábitos saudáveis é preciso esforço, além de combater as comidas gordurosas e rápidas.

O Brasil continua com uma população acima do peso. De acordo com dados do Ministério da Saúde atualizados em setembro de 2017, nos últimos 10 anos, a obesidade no país aumentou de 11,8% para 18,9%. Com este resultado, significa que, quase 19% da população brasileira está acima do peso. O número de pessoas com diabetes e hipertensão também cresceu. Os especialistas afirmam ainda que épreciso ter consciência sobre a necessidade de se alimentar bem e fugir dos hábitos alimentares errados.

Para isso, a nutricionista Tarcila Lima orienta que é preciso, primeiramente, manter o foco na qualidade de vida e adotar rapidamente hábitos saudáveis como prevenção da obesidade e outras patologias culturais. “Deixar de lado hábitos nada saudáveis como beber refrigerantes, comer balas, doces, chocolates, frituras entre outras refeições e alimentos gordurosos. Importante equilibrar a quantidade de carboidratos, proteínas e lipídios, o organismo precisa também das vitaminas e minerais”.

Avaliação – Por sua vez, a gerente de enfermagem, Solange Carvalho participou da capacitação e parabenizou a direção do HRCC. “Tivemos momentos interessantes e recebemos várias orientações. Ao meu ver, essas ações mostram o cuidado e a atenção que a direção tem conosco. A atual empresa tem um olhar voltado para os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) e seus funcionários”.

Para o encarregado de patrimônio, Alex Sena, o HRCC está realizando importantes ações, o que na sua opinião tem dado alegria em trabalhar. “Aqui, além das atividades que nos mantém atualizados profissionalmente, os pacientes fazem questão de declarar sua satisfação com o atendimento. Se alguém fala mal é porque não se identificou ainda com o trabalho que é realizado aqui. Estou satisfeito em trabalhar aqui”, declarou.

ILHÉUS: Inema terá cobertura de telefonia móvel 4G com instalação de antenas

A telefonia móvel finalmente está chegando à Inema, distrito que fica a 90 quilômetros de Ilhéus. Depois de décadas de anseios, a comunidade terá sinal de telefonia móvel. O governo estadual lançou, no mês de abril, um dos programas mais esperados para a expansão das redes de celulares. O projeto Fala Bahia levará ao distrito tecnologia 4G e será atendido pela operadora Claro. Além de Inema, mais 69 distritos foram beneficiados com os serviços.

Do exterior, o prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre, comemorou a notícia e ressaltou a importância de ações de fomento ao acesso à informação e comunicação para a população rural de Ilhéus. “É motivo de celebração e resposta de uma gestão que trabalha em parcerias. Foram muitas conversas e reivindicações com o governo baiano para garantir que o nosso povo acesse essas políticas em direção ao acesso à comunicação e informação”.

Agilidade na comunicação – As comunicações promovem o desenvolvimento, a integração e o progresso social. Além disso, o uso da telefonia móvel digital agiliza a comunicação e democratiza o acesso à informação. O trabalho continua e o prefeito Mário Alexandre se comprometeu em continuar pressionando para a agilidade dos processos de implementação das próximas fases do projeto, que irão contemplar outras comunidades rurais de Ilhéus.

Justiça mantém condenação de Bolsonaro a pagar R$ 150 mil por declarações homofóbicas e racistas

A maioria dos desembargadores da Sexta Câmara Cívil do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) decidiu manter nesta quinta-feira a condenação do presidente Jair Bolsonaro a pagar R$ 150 mil, por danos morais, ao Fundo de Defesa dos Direitos Difusos (FDDD), do Ministério da Justiça. A ação contra o então deputado foi motivada por declarações homofóbicas e racistas feitas por ele no programa “CQC”, da TV Bandeirantes, em março de 2011.

Na ocasião, questionado sobre o que faria se tivesse um filho gay, Bolsonaro afirmou que isso não aconteceria com ele porque seus filhos “tiveram boa educação”. Em outro momento, perguntado pela cantora Preta Gil sobre como reagiria se um de seus filhos se apaixonasse por uma mulher negra, respondeu:

“Eu não vou discutir promiscuidade com quem quer que seja. Eu não corro esse risco. Meus filhos foram muito bem educados e não viveram em um ambiente como, lamentavelmente, é o seu”.

O deputado ainda chegou a dizer que não viajaria em um avião pilotado por um cotista.

“Todos nós somos iguais perante a lei. Eu não entraria em um avião pilotado por um cotista, nem aceitaria ser operado por um médico cotista”, afirmou.

Após a decisão da Justiça do Rio, Bolsonaro havia entrado com embargos no tribunal. Por três votos a dois, os desembargadores decidiram manter a condenação e a pena aplicada. O presidente ainda pode recorrer da decisão.

A ação foi movida pelo Grupo Diversidade Niterói, Grupo Cabo Free de Conscientização Homossexual e Combate à Homofobia e Grupo Arco-íris de Conscientização. Na sentença, a juíza responsável pelo caso, Luciana Santos Teixeira, destacou que “não se pode deliberadamente agredir e humilhar, ignorando-se os princípios da igualdade e isonomia, com base na invocação à liberdade de expressão”.

Ministra do STF dá cinco dias para Bolsonaro explicar decreto sobre porte de armas

A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber deu um prazo de cinco dias para o presidente da República, Jair Bolsonaro, explicar o decreto assinado nesta semana que flexibiliza o porte de armas. Ela é a relatora da ação protocolada pelo partido Rede. A ministra deve aguardar a resposta antes de decidir se suspende ou não de forma liminar o decreto.

Além de Bolsonaro, a ministra deu o mesmo prazo para que o Ministério da Justiça, comandado por Sérgio Moro, dê suas justificativas para o ato. Ela também abriu a possibilidade de manifestações para Advocacia-Geral da União (AGU), Procuradoria-Geral da República (PGR), Senado Federal e Câmara dos Deputados.

Em seu despacho, de apenas três páginas, a ministra não dá qualquer sinalização sobre sua eventual decisão. Ela limita-se a reproduzir os argumentos apresentados na ação pela Rede. O partido acusa o presidente Bolsonaro de ter cometido “abuso de poder” com a edição do decreto e pede que a eficácia da medida seja suspensa de forma liminar.

O principal argumento é que ao ampliar o porte de armas por decreto o presidente teria ido contra o Estatuto do Desarmamento, que foi instituído por lei e só poderia ser alterado por nova legislação produzida pelo Congresso.









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